No dia 12 de Maiode 2007, a Associação de Pára-quedistas do Alto Minho (APAM) organizou na hospitaleira freguesia de Afife um almoço convívio da família Pára-quedista. Uma centena de Boinas Verdes, disse presente contribuído com o seu entusiasmo para este evento que relançará definitivamente esta linhagem de homens bons que ao [...]
Archive for Maio, 2007
Os Pára-quedistas do Alto Minho em convívio
Maio 19, 2007A “contenção salarial”
Maio 10, 2007Enquanto, segundo a Comissão Europeia, o poder de compra dos trabalhadores portugueses registou, em 2006, a maior descida dos últimos 22 anos, a CMVM anunciou que, entre 2000 e 2005, os vencimentos dos administradores das empresas cotadas em bolsa duplicaram (e nas empresas do PSI 20 mais que triplicaram!).
Isto é, enquanto, estes senhores, pagam aos [...]
Gostos não se discutem
Maio 9, 2007In Jornal de Noticias de 001.05.2007
já não havia mais ninguém para reclamar…
Maio 4, 2007Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram
meu outro vizinho que era comunista.
Como não sou comunista, não me incomodei .
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;
já não havia [...]
Como eu não me importei com ninguém
Maio 3, 2007Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com isso
Eu não era negro
Em seguida levaram alguns operários
Mas não me importei com isso
Eu também não era operário
Depois prenderam os miseráveis
Mas não me importei com isso
Porque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregados
Mas como tenho meu emprego
Também não me importei
Agora estão me levando
Mas já é tarde.
Como eu não [...]
E porque não dissemos nada…
Maio 2, 2007Na primeira noite, eles se aproximam
e colhem uma flor de nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem,
pisam as flores, matam nosso cão.
E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra
sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua,
e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta. [...]

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