Internet para todos: um direito!

À semellhança do que consta no “Livro Verde da Sociedade da Informação”, o acesso à internet não deve colocar em causa divergências sociais, permitindo a igualdade de oportunidades.
Não a vejo como um meio mau, mesmo que utilizado por crianças.
Apenas tem que saber ser usado, devidamente explicado…

Considero de maior risco uma sala de chat do que um sítio electrónico pornográfico, no caso de pré-adolescentes.Infelizmente, no nosso país, o preço dos computadores e acesso à net continuam elevados. Pesquisas científicas, efectuadas por professores e alunos, têm que ser realizadas na escola onde se verificam vários problemas do funcionamento da rede. Por outro lado, em termos de velocidade e preços, a relação faz-se sentir numa relação de proporcionalidade directa, sendo que apenas os grandes centros urbanos estão contemplados por redes de cabo e maiores desempenhos.

Eis uma proposta que considero, de todo, pertinente:

Para diminuir a exclusão social

Comissária europeia defende internet grátis

“A comissária europeia para a Sociedade de Informação e Meios de Comunicação defendeu hoje, em Lisboa, o acesso grátis à internet para diminuir a exclusão social, aumentar a troca de conhecimentos e aproximar os cidadãos.
“Temos que unir esforços para que a internet possa vir a ser grátis, porque é uma ferramenta que leva o conhecimento a um grande número de pessoas e permite diminuir a exclusão social”, disse Viviane Reding, no encerramento do IV Fórum Ministerial “União Europeia – América Latina e Caraíbas sobre a Sociedade de Informação”, que decorreu em Lisboa. Para a comissária, é necessário “lutar contra os crimes cibernáuticos e incrementar esforços para que, no futuro, a internet seja cessível a todos”. Viviane Reding lembrou que “Europa assenta numa sociedade aberta, const ruída na diversidade cultural” e que as novas tecnologias de informação permitem “aproximar as pessoas e os diversos conhecimentos”, mas que para que isso seja possível “os instrumentos devem ser baratos, acessíveis”. Para o ministro da Ciência e Tecnologia, Mariano Gago, a internet foi inventada para democratizar e facilitar a comunicação entre as pessoas, melhorar a transparência da administração e reduzir as divisões.” (Aging in Place (2006). Para diminuir a exclusão social. Em Sic Online, 30 de Abril de 2006, às 15h17min:

http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/20060429+-+Para+diminuir+a+exclusao+social.htm).

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One Comment em “Internet para todos: um direito!”

  1. Fernando Says:

    Também pensei escrever sobre isto. A internet grátis é um passo gigantesco na area do conhecimento para os povos. Não é por acaso que em países governados por ditadores como a China, O acesso à internet estva restringido a uma pequena elite e agora O Google, como antes o MNS e o Yaoo, tiverem que censurar conteúdos ou palavras nos motores de pesquisas.
    Mas isso passa por um outro problema: É integrar o acesso à internet (de banda larga) no serviço público de telecomunicações. Ora quando se privatizam esses serviços essenciais, como as telecomunicações, a electricidade ou a água, (não faltará muito) não se pode prestar, serviços públicos. O lucro é que manda. Ainda por cima o CE quer acabar com o pouco que permitiria o Estado “assegurar” uma intervenção na definição desses serviços com as Goden-Share. É mais uma patranha. Os proprios PC’s deveriam ser subsdiados, como são os telemóveis, para democratizar o seu uso, mas isso não estão interessados.


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