A cultura do ódio

Não existem palavras que exprimam a minha indignação e revolta pela barbárie israelita, que os “média” só muito parcialmente referem. Por isso, coloco aqui a ligação para quem estiver interessado em constatar a que níveis pode descer o ser humano.

http://fromisraeltolebanon.info/

Nota importante: Não é aconselhável a pessoas sensíveis

Crianças israelitas escrevem mensagens nas bombas que hão-de matar outras crianças ( Foto extraída de: http://resistir.info/)

Surripiada com a devida vénia de: Blogue de Pedra (Obrigado João)

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11 comentários em “A cultura do ódio”

  1. Gwendolyn Says:

    Não tenho palavras para dizer o que sinto, somente as lágrimas, e o desejo profundo do fundo do meu coração, enviando e emanando energia de amor, e rogando a uma força maior que tenho certeza que rege todo este Universo, para que conduza todos os seres à corrigirem tamanha crueldade.

    May


  2. A petição pareçe que foi censurada.
    Sempre que eu vejo imagens em que crianças são chacinadas, só digo para mim que se fosse uma das minhas meninas eu pegava numa arma e ia fazer VINGANÇA!
    Lamentavelmente o povo Israelita sofre mas acho que só sabem viver em guerra, os fanáticos religiosos também são os culpados, agora só porque prenderam 2 soldados Israelitas quando eles têm as prisões cheias de palestinianos, não é pretexto para tanta mortandade

  3. António Ribeiro Says:

    Ó Zé Marques.
    Também escrevi em bombas de 200 quilos em Mueda os cumprimentos á Frelimo (Moçambique).
    Possivelmente mataram crianças. Vi os estropiados no hospital de Nangude bombardeado pela nossa artilharia, vi os nossos militares estropiados e mortos por minas feitas na China e URSS.
    A mim não me chocam estas imagens pois já as vi ao vivo,as lágrimas já me secaram há muito tempo atrás.
    A guerra quem não a quer que não a provoque.

  4. Anonymous Says:

    É inadimissivel que existem seres capazes de tamanha crueldade.
    UMa corrente de barbaridade sem fim.
    Mesmo sendo quase nada ,mas precisamos unir forças e mudar esse mundo de horrores
    Ligia


  5. A cultura do ódio. A iniquidade chegou ao ponto de corromper crianças, ao colocá-las a escreverem em bombas. Hitler massacrou os judeus e Israel não esqueceu; os governantes de Israel não esqueceram; daí a campanha de lavagem ao cérebro que todos os Israelitas sofrem desde tenra idade. Mas todos nós somos cúmplices neste mundo em que permitimos que os inocentes morram na obscuridade.Eu acuso Israel de genocídio e espero que um dia nas aulas de históris se conte como aqueles que se sofreram o horror na mãos dos algozes, se tornaram eles mesmos mais tarde, os mesmos algozes, os mesmos carrascos. E não era preciso, há sempre a possibilidade de escolher. Israel como país morrerá, mas como animal acossado entre inimigos matará o maior número de possível de pessoas e conspurcará as mentes mais inocentes. A História repete-se para a nossa desgraça.

  6. Anonymous Says:

    Não suporto ver o sofrimento das crianças, quando há noticias na tv com violência de crianças eu desligo…Trauma de infância?…
    Não sei mas acho que sim…
    Dia

  7. António Ribeiro Says:

    Se me permites uma pequena correcção:
    Não prenderam dois soldados mas sim mataram oito e raptaram dois:
    Os que estão nas prisões Israelitas estão por crimes de sangue, e não por serem boas pessoas:
    Ou seja é a mesma coisa que um assassino aqui em Portugal raptasse ou individuo para libertar um amigo ou familiar que estivesse a cumprir pena de prisão.
    Se eu fosse pai de um soldado israelita raptado ou morto na zona azul de protecção da ONU, por um grupo que nunca aceitou a resolução de paz da ONU. eu fazia o mesmo que os israelitas estão a fazer.
    Não tenho ilusões, pois ali, naquele lugar, há guerra há cerca de dois mil anos.
    O que é que posso pensar de pais que mantêm as crianças em zonas de guerra depois de terem sido avisados para saírem de lá?
    O hezbollah sabia que, ao passar a linha azul e atacar Israel, a população afecta a esta grupo iria sofrer as consequências. Suponhamos que um qualquer indivíduo vai a vossa casa matar um filho vosso ou raptá-lo? Os meus amigos ficariam de braços cruzados? Ou se atacassem pensariam nos filhos dos criminosos e raptores?

  8. António Ribeiro Says:

    Devo acrescentar que só soubemos que era o hospital de Nangude quando lá chegamos e que a Frelimo (Moçambique) o utilizava como base de morteiros 82mm para nos atacar.
    Não sou a favor da guerra, mas não fujo dela e já é muito velho o ditado de que quem quer a paz tem que fazer a guerra.
    Pensando hipoteticamente, se houvesse um movimento nacionalista português, que por causa de Olivença ter sido ocupada por Espanha, resolvesse matar oito soldados ou guardas fronteiriços espanhóis e raptado dois para que soltássemos todos os nossos detidos em Espanha que não são poucos, o que é que os espanhóis nos faziam? Ficaria Elvas igual como está? Apoiaríamos esse movimento nacionalista? Iríamos com os nossos filhos para a fronteira como escudos humanos?
    Os pais das crianças do médio oriente respeitam os seus filhos? Quando passou aqui no fórum um e-mail de uma criança iraniana que furtou um pão e lhe passaram com um carro em cima do braço, não me admira que façam das crianças escudos humanos.

  9. António Ribeiro Says:

    Estou a escrever no momento em que foram mortos mais de 60 pessoas entre as quais a maior parte são crianças.
    Quem é o culpado?
    Para mim o verdadeiro culpado é a ONU e a sua incompetência.
    Senão vejamos:
    A ONU tem no Líbano na Faixa Azul cerca de dois mil capacetes azuis,mas por imposição do hezbolaah, esta força não poderia interferir com eles e teria que estar desarmada.
    Isto é brincar ás tropinhas.
    Só serviu para que o hezbollah se armasse, e cada míssil é bastante caro,”para onde vai o dinheiro do petróleo”pois nem Portugal tem capacidade económica para os adquirir, e já foram lançados mais de 1 800. Israel não é uma milícia é uma nação economicamente forte, por isso tem armamento muito mais sofisticado.
    Os movimentos, fora do controle dos governos quer dos palestinianos quer dos libaneses, nunca aceitaram as resoluções da ONU, portanto para mim a ONU não passa de um asilo de pedantes, que se servem dos cargos para a corrupção e terem protagonismo

  10. Anonymous Says:

    Guerra, guerra e mais guerra.
    Lágrimas dor e mais dor.
    E já agora ao Sr António Ribeiro(o mal é que quem morre não é quem provoca, é quem é inocente) isso é o errado da guerra.
    Quanto a ti amigo zé um beijinho
    Glória

  11. A verdade da mentira. Says:

    Passei por este blog hoje, o que não o fazia há muito tempo, tenho pelo autor muita consideração, no entanto acho que existe aqui uma falha bastante grave.

    Eu explico, não entendo como é que o autor do blog chegou à conclusão que as crianças são isrealitas e as bombas isrealitas, como é que chegou a essa conclusão ? Será porque
    retirou de algum site anti-semita as imagem e respectivas legendas ? Ou porque alguém em quem deposita confiança lha enviou ?

    Na vida temos que ser desconfiados e principalmente honestos, independentemente da cor política que temos, após a queda do muro de Berlim e do regime comunista, os simpatizantes dessa ideologia sentido-se frustrados viraram-se para tudo que fosse contra os ditos interesses imperialistas, assim passaram a apoiar tudo fosse do contra, movimentos terroristas e equiparados, criticam os isrealitas por disparaem contra as criancinhas palestinianas, no entanto não têm a honestidade de criticarem os sistema (incluindo os pais delas) por se servirem das mesmas como crianças-bombas contra o inimigo, nunca vi num Blog dito democrático uma menção à utilização dessa crianças na guerra, no entanto vejo pseudo imagens de pseudo crianças isrealitas a escreverem em bombas pseudo isrealitas.

    Bem como parece que não conhece a verdade da mentira da guerra envio-lhe (embora tardiamente) aqui um hiperlink de um site onde se desmitifica um pouco a podridão de determinada propaganda, desafiou a colocá-lo no Blog.

    http://www.zombietime.com/reuters_photo_fraud/index.html

    Já agora se não sabe vou-lhe contar o seguinte, morreu à relativamente pouco tempo um repórter da Times, esse repórter foi uma figura muito conhecida na guerra do Vietname, pois era um correspondente de guerra muito conhecido, qual não foi o espanto de quem privou com ele e quem seguia os seus artigos quando se descobriu que ele era um agente Vietcong.

    João


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